O Internacional está brigando na parte de baixo da zona de rebaixamento, com apenas 14 pontos conquistados em 13 partidas disputadas. Esse momento abaixo relembra o que a equipe passou em 2025, onde lutou até as últimas rodadas pela permanência na Série A.
Borré relembrou última temporada da equipe, onde teve que lidar com eliminações no mata-mata. O atacante falou sobre o tema em um episódio de estreia em uma série de entrevistas apresentada por sua esposa, Anita Caicedo, que foi lançada na última terça-feira (28).
O jogador apontou que o ambiente se tornou pesado ao longo do ano, com uma forte pressão sobre o elenco e, especialmente, sobre o futebol que ele vinha apresentado em campo que estava abaixo do esperado.
Relembrou momento conturbado no clube
“O dia a dia ficou muito pesado, em muitos momentos cheguei a pensar em não ir ao clube, porque não era justo que passássemos por aquela situação. E caía mais a responsabilidade sobre mim. Sabia que outros companheiros sentiam o mesmo”.
Borré ainda apontou que se sentiu injustamente responsabilizado pela situação que o clube vem enfrentando. Embora tenha reconhecido que não vivia seu melhor momento individualmente, mas o Clube apontou que os problemas eram coletivos e estruturais.
Pesou a mão?
“Me senti marcado injustamente. Eu sabia que era um dos jogadores importantes do elenco, mas não era o único culpado”, apontou Rafael Borré. As eliminações na Libertadores, diante do Flamengo, e Copa do Brasil, contra o Fluminense, foram determinantes para a queda do rendimento.
“Sentíamos que poderíamos lutar por pelo menos um dos títulos. De repente, só restava tentar manter a categoria. Quando não há um objetivo claro, os resultados não vêm e a confiança se perde”, apontou.
Rafael Borre jogador do Internacional comemora seu gol durante partida contra o Cruzeiro no estadio Beira-Rio pelo campeonato Brasileiro A 2025. | Foto: Maxi Franzoi/AGIF
