Acerca da reportagem divulgada pelo Globo Esporte, a Associação Chapecoense de Futebol esclarece que os valores apresentados não correspondem a dívidas em atraso, mas a compromissos financeiros já previstos, provisionados ou em processo regular de pagamento pela Associação Chapecoense de Futebol.
Do montante mencionado, 55% correspondem a valores contemplados no Plano de Recuperação Judicial; 21% referem-se a tributos devidamente parcelados; e 20% dizem respeito a contingências trabalhistas, ou seja, valores provisionados para cobrir eventuais obrigações financeiras que possam decorrer da conclusão de processos judiciais em andamento.
Cabe destacar, ainda, que os créditos abrangidos pelo Plano de Recuperação Judicial estão sujeitos a deságios que variam de 60% a 85%, conforme a classe do credor. Essas reduções, previstas nas condições do plano, serão efetivadas ao longo do período de pagamento, estabelecido em até dez anos, resultando em uma diminuição significativa do montante a ser efetivamente desembolsado pelo clube.
É importante esclarecer que, atualmente, a Associação Chapecoense de Futebol mantém suas obrigações financeiras em dia, cumprindo rigorosamente os pagamentos previstos no Plano de Recuperação Judicial, os parcelamentos tributários e os compromissos assumidos no exercício corrente.
O clube reforça, ainda, seu compromisso com a transparência, a responsabilidade financeira e o equilíbrio de suas contas. Todas essas informações são públicas e podem ser consultadas no portal da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) – onde consta, inclusive, que até 30 de junho de 2026 a Chapecoense não possui valores em atraso.
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